E-commerce: alternativa eficaz para pequenos e médios negócios

18 de maio de 2020

Os empresários brasileiros de diferentes segmentos comerciais buscam cada vez mais disponibilizar seus produtos no ambiente virtual. Os resultados positivos podem ser observados no formato de e-commerce, ou comércio eletrônico, no qual o negócio é estruturado para que todas as transações sejam efetivadas com ferramentas on-line.

A adesão das empresas pelo formato comercial apresentou crescimento expressivo, mesmo antes do cenário provocado pelo isolamento social (Covid 19). Na projeção inicial divulgada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm)*, em fevereiro deste ano, as vendas teriam alta de 18%. Além disso, de acordo com a associação, o número de pedidos efetivados deve ultrapassar a marca de 342 milhões, realizados por 68 milhões de consumidores.

Na atualidade, o e-commerce tem sido uma das alternativas mais eficazes para que os empreendedores com espaços físicos continuem a comercializar produtos e serviços, enquanto aguardam o término das medidas de isolamento social, adotadas em todo país.

Mas o  conceito que define com precisão a mudança de comportamento na prática de consumo e vendas surgiu antes da pandemia e está entre as principais tendências do varejo mundial: é chamado Phygital *(físico + digital), que defende a ideia de que os consumidores não separam mais o que é digital e físico em seu cotidiano pessoal e profissional.

Isso porque antes, o cliente tinha que se deslocar até a loja para escolher e comprar o produto desejado. Na atualidade, a tomada de decisão e finalização da venda podem ser feitas em casa, pelo ambiente on-line. Desta forma, a jornada de compra virtual amplia as oportunidades para o varejo, a fim de que possa desenvolver estratégias, em sintonia com o novo perfil do consumidor.

Entretanto, o recomendado é que o empresário interessado em ingressar no mercado de comércio eletrônico realize um planejamento detalhado, para compreender os diferenciais de gestão dessa modalidade de negócio.

Túlio Mandolesi Sá é professor do Senac EAD e destaca que a empresa precisa estar preparada para disponibilizar a opção de comércio eletrônico. “O empreendedor deve estar ciente quanto ao melhor momento para adotar essa decisão, pois envolve um processo com várias etapas. Ainda que o aumento nas vendas apresente valores atrativos é preciso ter clareza de que a gestão de uma loja virtual vai desde a apresentação dos produtos nas plataformas digitais, até o controle e administração do estoque e prazo de entrega”, argumenta.

http://senac.sc/8Ed7A4

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